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Pará registra 115 focos de calor e fica entre os estados com mais incêndios florestais no país

Altamira, no sudoeste do Pará, aparece na terceira posição nacional, com 30 focos de calor registrados na semana analisada O Globo O Pará registrou 115 foco...

Pará registra 115 focos de calor e fica entre os estados com mais incêndios florestais no país
Pará registra 115 focos de calor e fica entre os estados com mais incêndios florestais no país (Foto: Reprodução)

Altamira, no sudoeste do Pará, aparece na terceira posição nacional, com 30 focos de calor registrados na semana analisada O Globo O Pará registrou 115 focos de calor entre os dias 5 e 11 de julho e ficou na quinta posição entre os estados brasileiros com maior número de registros no período, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta quarta-feira (22). O levantamento reúne dados do informe semanal de Monitoramento de Incêndios Florestais para Vigilância em Saúde. No mesmo período, o Brasil contabilizou 1.153 focos de calor. O ranking é liderado por Tocantins, com 227 registros, seguido por Mato Grosso (181), Bahia (122), Maranhão (119) e Pará (115). O levantamento também aponta que Altamira, no sudoeste do Pará, foi o terceiro município brasileiro com maior número de focos de calor na semana analisada, com 30 registros. O município ficou atrás apenas de Paranatinga (MT), com 57 focos, e Mateiros (TO), com 33. Mesmo após o período avaliado, a região sudoeste inclusive segue registrando incêndios, como o registrado esta semana em uma área de mata na PA-275 (veja no vídeo abaixo). Incêndio atinge área de mata na PA-275, no sudeste paraense ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Segundo o Ministério da Saúde, o monitoramento tem como objetivo orientar ações do Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos impactos dos incêndios florestais sobre a saúde da população. O informe reúne dados sobre focos de calor, qualidade do ar e exposição à fumaça para apoiar medidas de prevenção e atendimento. O boletim também destaca que a exposição prolongada à fumaça pode aumentar o risco de sintomas respiratórios, problemas cardiovasculares e internações hospitalares, especialmente em períodos de piora da qualidade do ar. Na semana analisada, cerca de 19,3 milhões de pessoas viviam em municípios que registraram níveis de material particulado fino (MP2,5) acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde por pelo menos dois dias consecutivos. LEIA TAMBÉM: Área queimada no Brasil cai 31% em 2025; Cerrado concentra 69% do total VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.